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Com o final do ano letivo à porta, celebramos mais um marco do programa Cientista Regressa à Escola, que voltou a levar cientistas às escolas onde estudaram em criança, por todo o país, com o objetivo de inspirar a próxima geração.

Este ano, a iniciativa coordenada pela Native Scientists criou pontes entre 100 pessoas cientistas e 3.881 crianças em 146 escolas – desde a agitada capital, Lisboa, até às ilhas mais remotas dos Açores e da Madeira.

Temos orgulho em partilhar estes resultados, que reforçam o nosso compromisso com um futuro onde a ciência seja acessível a todas as pessoas, em todo o lado.

Nesta edição, cientistas regressaram às suas escolas do 1.º ciclo para dinamizar oficinas práticas com os alunos e alunas do 4.º ano. Para 50% das crianças, foi o primeiro contacto de sempre com uma pessoa cientista. O impacto foi notório: cerca de 95% das crianças adoraram a experiência e 96% dos professores e professoras recomendaram o programa, expressando vontade de repetir a atividade no próximo ano letivo.

“As crianças disseram que foi o melhor dia do ano letivo”, partilhou uma das pessoas cientistas participantes.
Outra acrescentou: “Esperava inspirá-las (as crianças), mas a curiosidade delas acabou por me inspirar a mim.”
Os professores e professoras também mostraram entusiasmo, elogiando a forma como as oficinas tornaram a “ciência distante em algo acessível” e revitalizaram a dinâmica da sala de aula.

A edição de 2024/25 marcou um alcance sem precedentes:

  • 48 municípios envolvidos, incluindo 20 nos arquipélagos dos Açores e da Madeira – a primeira vez que o programa chegou a todas as ilhas de ambos os arquipélagos;
  • 213 oficinas realizadas, com temas que variaram entre a biologia marinha e as tecnologias mais avançadas;
  • 64% das atividades foram financiadas por fundos públicos, com o restante apoio a vir de entidades privadas e autarquias.

Com os olhos postos em 2025/26, a Native Scientists continua focada em reduzir desigualdades e aproximar a ciência das crianças.

“Todas as crianças merecem ver a ciência como uma possibilidade”, afirmou uma cientista. “Quer estejam em Lisboa ou na Lajes das Flores, essa centelha de curiosidade é universal”.

Financiado pela Comissão Europeia. A visão e as opiniões são, no entanto, apenas do(s) autor(es) e não refletem necessariamente as da Comissão Europeia. Nem a União Europeia nem o financiador deste projeto podem ser responsabilizados.